terça-feira, 3 de julho de 2012

Paul McCartney grava mensagem sobre a Segunda Sem Carne para escolas

Jul 2012


Do Segunda Sem Carne | O ex-Beatle e padrinho da campanha Meat Free Monday (equivalente à “Segunda Sem Carne” no Reino Unido) Paul McCartney publicou, essa semana, um vídeo em que explica muito bem de onde surgiu a idéia da campanha, quais as motivações pessoais e coletivas que estão por trás do conceito da segunda sem carne e, acima de tudo, porque é importante que as escolas e os estudantes a abracem de uma vez por todas.

No Brasil, a prefeitura de São Paulo foi pioneira ao implementar o conceito da Segunda Sem Carne em toda a rede de ensino municipal, no final do ano passado. Em abril deste ano, um seminário na Câmara Municipal reforçou a importância e o sucesso dessa iniciativa – e a importância de que ela seja replicada em outras grandes cidades.

Para mais informações e deliciosas receitas veganas para o começo de sua campanha pessoal, acesse www.segundasemcarne.com.br.

Se preferir, encontre um restaurante com boas opções veganas no mapa interativo de pontos de interesse veganos do ViSta-se, o “Brasil Vegano”: www.brasilvegano.com.br.



Conheça Lek, uma pequena ativista que está mudando a visão da Tailândia sobre os elefante

Jul 2012
Fonte: www.vista-se.com.br



Essa baixinha sorridente “move montanhas” na Tailândia

Na última semana, foi exibido em São Paulo, no bairro de Pinheiros, o documentário “Sumiço dos Gigantes”. Dezenas de pessoas compareceram à “Sala Crisantempo” e puderam conhecer a história da ativista Sangduen “Lek” Chailert, que está transformando a vida dos elefantes domesticados da Tailândia e a visão do povo tailandês sobre estes animais. Tratados como animais de pecuária, os elefantes domesticados do país não têm proteção de serem mutilados ou mortos por treinadores cruéis, que exploram os animais para o mercado de passeios turísticos e para trabalhos forçados como carregar troncos de árvores entre outros.

Lek fundou, em 1996, o “Elephant Nature Park“, um santuário para animais maltratados. A missão desta pequena gigante é conscientizar o povo da Tailândia de que os elefantes não devem ser torturados ou usados para negócio. É uma jornada, no mínimo, corajosa, pois a exploração dos elefantes existe no país há séculos e é vista como normal pela grande maioria da população local.
A ativista conta com sua garra e força de vontade para dedicar 24 horas de seu dia para cuidar de elefantes órfãos e maltratados. Ela mora com eles. Além de recuperar animais das mãos de treinadores quando recebe as denúncias, Lek tem outro problema a enfrentar todos os dias: o mercado do marfim. Muitos elefantes têm suas presas arrancadas e sangram até morrer por conta deste comércio.



A exibição do filme fez parte do projeto Cine-Clube Socioambiental e contou ainda com bate-papo com 3 profissionais que têm alguma relação com o documentário:

Mônica Peres Menezes – geóloga
Conheceu de perto o santuário de Lek e falou um pouco sobre sua experiência por lá. Contou como é trabalhoso cuidar de cerca de 40 elefantes com poucos recursos.

Caroline Mery – Veterinária responsável pelo Zoológico de São Paulo
Indagada sobre a questão dos zoológicos explorarem animais para o entretenimento, a veterinária disse que os elefantes que se encontram hoje no zoológico do município vieram de maus tratos de circos ou de outros zoológicos menores, não foram comprados. Ainda assim, admitiu que zoológicos não são o melhor lugar para estes animais e foi diplomática sobre a questão da cobrança de ingressos e se disse favorável à criação de santuários.

Júnia Machado (projeto ElephantVoices Brasil)
A representante do projeto mundial que dá voz aos elefantes que sofrem maus tratos falou sobre a questão dos animais em circos no Brasil e disse que a Elephant Voices está empenhada em ajudar na aprovação da lei que vai proibir que circos exibam animais em todo o território brasileiro. Entre os maiores projetos da atuação da ONG no Brasil está a criação de um santuário para elefantes. Este espaço será decisivo na vida dos elefantes que serão aprrendidos nos circos caso – ou quando – a lei que proibe animais em espetáculos públicos for aprovada no país todo.


terça-feira, 15 de maio de 2012

Você quer fazer história?









Um curto e excelente vídeo produzido pela “The Vegan Society” (A Sociedade Vegana), da Inglaterra, e legendado em português pela SVB (Sociedade Vegetariana Brasileira), que traz um paralelo interessante e inevitável entre as grandes mudanças da humanidade e o veganismo.
 
Por duzentos anos, nós lutamos para acabar com as escravidão humana e garantir direitos civis a todos os humanos.

Agora, nós temos mais uma chance de fazer história.
 
 
 

domingo, 25 de março de 2012

Vegana

Uma animação educativa sobre os benefícios do veganismo

Vegana é um vídeo importante para ampliar consciências que demonstra como com simples gestos no dia a dia podemos construir um mundo melhor para todos os seres e para o planeta.

Pais de família, educadores, amigos dos animais, defensores, ambientalistas, amigos do Planeta, usem-no para transmitir conceitos de compaixão, ética e solidariedade  - de forma agradável - nas comunidades que frequentam.

Divulgue e mostre para as crianças.

Animação Vegana produzida pelo Instituto Nina Rosa

www.institutoninarosa.org.br

http://vimeo.com/19608599

terça-feira, 13 de março de 2012

Bold Native – Coragem Nativa | Libertadores de Animais ou Terroristas?

Bold Native – Coragem Nativa | Libertadores de Animais ou Terroristas?

Fonte: www.vista-se.com.br
 
Embora não seja um documentário (é um drama), Bold Native (Coragem Nativa) conta a história de um ativista pelos direitos animais que tem como objetivo de vida libertar animais usando técnicas de ação direta. É baseado em fatos reais. Se você está interessado em assistir a um documentário sobre a história real destes ativistas que invadem laboratórios e salvam animais que estão sendo torturados, assista ao doc “Behind The Mask (Por Trás da Máscara)”.

Sinopse: Charlie é o líder e a voz de um movimento conhecido por Bold Native. Este movimento organizado está espalhado por todos os Estados Unidos e o seu objetivo é salvar o maior número de animais possível, visando um futuro onde os animais são tratados de forma justa e sem serem mera propriedade. Charlie e os amigos são descritos pela midia como “terroristas”, terroristas estes que perturbam o bom funcionamento de milhares de matadouros, laboratórios em universidades, grandes multi-nacionais ou a indústria farmacêutica. Randolph, o pai de Charlie, curiosamente presidente de uma multi-nacional que explora animais, vê-se envolvido no salvamento do seu filho assim que o FBI entra em contato com ele para descobrir o paradeiro do filho e o informa das ações ilegais dele.






Ano de Lançamento: 2011
Nome: Coragem Nativa
Nome Ingles: Bold Native
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 104 Minutos

Sobrevivente de um campo de concentração nazista explica por que não comia animais



12 Mar 2012 

Fonte: www.vista-se.com.br
 

Edgar Kupfer-Koberwitz foi um sobrevivente do campo de concentração Dachau.

Em pedaços roubados de papéis de rascunho e com pedaços de lápis, ele manteve seu diário secreto, que veio à tona após ser libertado em 29 de abril de 1945:

“Eu me recuso a comer animais porque eu não posso me alimentar do sofrimento e da morte de outras criaturas. Eu me recuso a fazer isto porque eu mesmo sofri tão dolorosamente que eu consigo sentir as dores dos outros pela lembrança dos meus próprios sofrimentos.

Eu sou feliz, ninguém me persegue; por que eu deveria perseguir outros seres ou causar-lhes sofrimento? Eu sou feliz, eu não sou um prisioneiro; por que eu devo transformar outras criaturas em prisioneiros e jogá-las em jaulas?

Eu sou feliz, ninguém está me machucando; por que eu deveria machucar os outros ou permitir que sejam machucados? Eu sou feliz, ninguém me maltrata; ninguém vai me matar; por que eu deveria maltratar ou matar outras criaturas ou permitir que sejam maltratadas ou mortas para meu prazer e conveniência?

Não é natural que eu não inflija a outras criaturas a mesma coisa que eu espero, e temo, nunca seja imposta a mim? Não é a coisa mais injusta fazer estas coisas aos outros sem nenhum propósito além do gozo deste insignificante prazer físico, às custas de mortes e tormentos?

Estes seres são menores e mais desprotegidos do que eu, mas você pode imaginar um homem racional, de sentimentos nobres, que basearia-se nestas diferenças para afirmar o direito de abusar da fraqueza ou da inferioridade de outros? Você não acha que é justamente o dever do maior, do mais forte, do superior, de proteger a criatura mais fraca ao invés de matá-la?
Eu quero agir de uma maneira nobre.

Eu me lembro da horrível época da Inquisição e eu lamento constatar que o tempo dos tribunais dos hereges ainda não terminou; que todos os dias os homens cozinham em água fervente outros seres que lhes são entregues pelas mãos de torturadores. Eu fico horrorizado ao pensar que estes homens são pessoas civilizadas, não brutos bárbaros, não nativos. Mas, apesar de tudo, eles são apenas primitivamente civilizados, primitivamente adaptados ao seu meio cultural. O europeu médio, flutuando entre idéias eruditas e belos discursos, comete todos os tipos de crueldades com um sorriso nos lábios, não porque ele seja obrigado a fazer isto mas porque ele quer fazê-lo. Não porque ele tenha perdido sua capacidade de refletir e compreender as terríveis coisas que ele está executando. Oh, não!! Apenas porque ele não quer ver os fatos. De outra maneira ele seria interrompido e aborrecido no desfrute de seus prazeres.

Considerando somente as necessidades, alguém pode, talvez, concordar com estas pessoas. Mas, será isto realmente uma necessidade? Esta tese pode ser contestada. Talvez exista algum tipo de necessidade para estas pessoas que ainda não evoluíram à personalidades conscientes.

Eu não estou pregando para eles. Eu escrevo para você, para um indivíduo ainda atento, que racionalmente controla seus impulsos, que sente-se responsável interna e externamente por seus atos, que sabe que nossa suprema corte está instalada em nossas consciências e que não há uma corte de apelação contra isto. Existe alguma necessidade que leve um homem totalmente consciente de si mesmo a respaldar uma matança? Em caso afirmativo cada indivíduo tem que ter a coragem de fazê-la com suas próprias mãos. Esta é, evidentemente, uma covardia miserável: pagar à outras pessoas para sujarem suas mãos de sangue e abster-se do horror e da consternação de fazê-lo…

Eu penso que os homens continuarão a ser mortos e torturados enquanto os animais forem mortos e torturados. Enquanto isto haverão guerras, também, porque matar precisa ser treinado e aperfeiçoado em pequenos objetos, moral e tecnicamente. Eu não vejo razão para se sentir ultrajado pelo que outros estão fazendo, nem pelos pequenos ou grandes atos de violência e crueldade. Mas, eu penso que já está mais do que na hora, de se sentir ultrajado por todos os pequenos e grandes atos de violência e crueldade que realizamos contra nós mesmos. E porque é mais fácil vencer as pequenas batalhas do que as grandes, eu penso que devemos tentar vencer primeiro nossas tendências às pequenas violências e crueldades, para evitar, ou melhor, para superá-las de forma final e definitiva. Então, o dia chegará quando será fácil lutar e superar até mesmo as grandes crueldades. Mas, nós ainda estamos adormecidos, todos nós, em hábitos e atitudes herdadas. Elas são como um molho suculento que nos ajuda a engolir nossa crueldade sem sentir seu amargo gosto.

Este é o ponto: 

Eu quero crescer em um mundo melhor onde uma lei maior conceda mais felicidade, em um mundo novo onde o mandamento de Deus impere:

 “Amai-vos uns aos outros”.”


sábado, 3 de março de 2012

“Casaco de Pele” – animação de Tes Dekker








“Casado de Pele” é um projeto de “filme animação” criado pelo jovem artista Tes Dekker da Segolia Filmes. Foi composto por uma equipe de 11 pessoas e confeccionado em Budapeste – Hungria. O intuito desta animação é contextualizar os homens para a perversa realidade dos animais que são escravizados pelas fazendas de peles.


Dekker: “Pele e crueldade são inseparáveis e intrinsecamente conectados, e eu desejo incentivar as pessoas a perceber o impacto que tem sobre a vida dos seres sencientes, não só os animais que morrem, mas os humanos compassivos que assistem tal barbárie. Quando eu vejo um casaco de pele, que aos meus olhos é um casaco feito de animais mortos costurados, sinto um soco no meu estômago e no meu coração simultaneamente … ”



http://www.youtube.com/watch?v=oLCtkPIuhm0&feature=player_embedded

Tradução: Thays Merçon - Cofundadora e Coordenadora do Grupo Harmonização dos Animais na Terra - HAT. (http://www.facebook.com/GrupoHat) (twitter: @GrupoHat)

Fonte: www.vista-se.com.br